Ele
bem tenta mas não os conseguiu salvar. Como ele sabe que a água é vital para a
vida dos peixes?
sábado, 19 de novembro de 2016
sábado, 12 de novembro de 2016
Idioma Especial
Antes de aparecem na
quinta o Dinis, o Gatuzo e a Princesa eu não gostava nada de gatos, corria-os a
todos. Hoje tenho muito carinho por eles e, como sabem, o meu grande amigo é um
gato: o Dinis.
A partir daí
interessa-me tudo o que se refere a eles e a minha dona vai-me dando algumas
informações que lê.
Ontem disse-me que
eles já nascem bilingues, falam fluentemente em miau e matermalês. Um estudo
descobriu que com apenas duas semanas os filhotes conhecem a voz da mãe. Na
presença da mãe ficam mais barulhentos e quando ela não está eles ficam quietinhos, para evitarem ser atacados por predadores. Descobriram, também, que a mãe perto dos filhos não mia, ronrona ou emite um
gorjeio engraçado, parecido com o dos pássaros.
Esse gorjeio é como
se fosse uma marca registrada. O miado de duas gatas tende a ser
relativamente parecido. Já a análise acústica do gorjeio, chamado de “chirp” em
inglês, mostrou que ele é exclusivo de cada mãe.
A teoria dos
pesquisadores é de que as mães ensinam seus filhotes a associar esses sons com
calor, leite e carinho – ou seja, uma sensação completa de segurança. Tanto
que, no teste com as gravações, os gatinhos não ficavam tão animados com o
miado da mãe. O importante para eles, mesmo, era o gorjeio maternal.
Esse idioma
mamãe-bebê provavelmente nasceu de uma necessidade evolutiva que permite
conhecerem a progenitora.
A conclusão dos
pesquisadores é que, por pressão evolutiva, as gatas desenvolveram esse gorjeio
especificamente para a comunicação com os filhotes. Quando eles ficam mais
velhos, continuam entendendo o som como um comunicado para seguir a mãe para
fora do ninho. Para os cientistas, essa capacidade de aprender uma linguagem
tão cedo na vida é sinal de que as habilidades cognitivas dos gatos são ainda
mais impressionantes do que imaginávamos.
sábado, 5 de novembro de 2016
Mais uma Vítima
Têm fama de animais perigosos mas, afinal, são vitimas de outro animal, o racional.
sábado, 29 de outubro de 2016
Perdido
A minha dona viu um cão perdido à entrada de uma IP. Andava às voltas, sem saber qual a direcção que devia escolher e chorava mas chorava muito. Era domingo, por volta das 20 horas, fim de mais um dia de caça. Era um cão de caça e se não fosse salvo acabaria atropelado. Estava cheio de medo, aterrorizado. Naquele momento chegou uma carrinha da Ascendi e o cãozinho refugiou-se nos braços do condutor. Espero que tenha encontrado a pessoa certa.
Ainda há tanto para fazer para nunca mais um de nós ser abandonado. Contribuo com um vídeo que traduz o sofrimento dos animais e a sua incapacidade para viverem sós.
Ainda há tanto para fazer para nunca mais um de nós ser abandonado. Contribuo com um vídeo que traduz o sofrimento dos animais e a sua incapacidade para viverem sós.
sábado, 22 de outubro de 2016
A Alegria do Benny
É tão fácil passarmos da tristeza à alegria e vice-versa.
Este vídeo mostra quanta tristeza sente um cão no canil e a alegria que sente quando é adoptado. O Benny teve que passar pela tristeza de ser abandonado e viver num canil mas nunca perdeu a esperança. Tinha a certeza que um dia seria adoptado e foi.
Observem a sua alegria quando a porta se abriu e do outro lado viu os seus novos donos.
Fiquei feliz por saber que este animal foi salvo mas, ainda há tantos para salvar.
sábado, 15 de outubro de 2016
Começam a Pensar em Nós
As empresas começam a descobrir que aceitarem-nos vai proporcionar-lhes mais lucros, porque há donos que não se divertem porque nós não podemos ir. Há imensos exemplos mas, hoje, vou deixar-lhes um que descobri há algum tempo. Ainda lá não fui com os meus donos mas aconselho, é lindíssima e está numa zona maravilhosa.
Para quem gosta de passar férias na natureza e com o seu animal de estimação fica o convite:
Grátis! Animais de estimação: admitidos.Sem custos adicionais
sábado, 8 de outubro de 2016
Não Abandone
Esta imagem, do mundo dos animais, aliada à frase, não deixa ninguém indiferente no entanto, principalmente na altura de caça, muitos animais são abandonados.
Porquê?
Porque têm donos sem coração que arranjam uma desculpa para se desfazerem do seu melhor amigo.
Imagino o que eles farão quando algum familiar precisar da sua ajuda numa fase terminal da sua vida, na sua velhice, por exemplo. Abandonam-no e se não tiver possibilidades mais depressa o fazem.
Falamos nós de humanos?
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